01 junho 2005

Rever Ingmar Bergman

CINEMA QUARTETO

Dia 14 - 19h00 / 21h30

SORRISOS DE UMA NOITE DE VERÃO
1955 – Legendas em português




Dia 16 - 19h00 / 21h30

MORANGOS SILVESTRES
1957 – Legendas em português

14 comentários:

Concha disse...

Lá estarei!!

Para ver "Sorrisos de uma noite de Verão" e rever "Morangos Silvestres"!

Tiago Torres da Silva disse...

Cá estou a devolver-lhe a visita. E nada melhor do que ser o Bergman a abrir-me a porta de entrada! Um grande realizador; um homem que me fez pensar muito!
voltarei mais vezes!
um abraço

tiago torres da silva

www.cancoesdotiago.blogspot.com

Rodrigo disse...

A Mafalda é toda fofa, ai é, é.

Mafalda Azevedo disse...

Nem o José Cid diria melhor esse "ai é, é"...

Rodrigo disse...

A Mafalda fofa-se. É que só pode. Só pode.
E agora é toda editora e o caraças. Os editores são sempre alvos a abater, é a primeira coisa que se aprende na escola da vida.
Mas eu não tenho vida, não sei donde vem a escola da vida que tenho. Não tenho vida.
Vou andando, vi um velhinho no autocarro quando vinha para cá hoje. Não aconteceu nada. Absolutamente nada. Mas apeteceu-me inventar. Até acho que nem vi velhinhos e estive de olhos fechados.
Algures no século XIX havia gente que gostava de gostar de coisas e isto fez com que começasse um parágrafo da melhor forma possível. Ou então da pior. Não sei, nunca tenho a certeza destas coisas.
Mas o que é mais bonito é começar parágrafos com adversativas como "mas". Não é? Achas que sim, que não, que talvez? Será que isto é mesmo assim ou estamos a improvisar e a inventar?
São perguntas de todos, certamente, são questões que não nos deixam dormir à noite, que nos fazem ter pesadelos e querer matar pessoas como o Pedro Mexia.
Só porque era bonito acabar com o nome duma pessoa, duma figura pública que suscita riso automaticamente: António Manuel Ribeiro.
Afinal não, vamos a outra com as mesmas iniciais: Anabela Mota Ribeiro.

Mafalda Azevedo disse...

Respeitinho que sou tua editora!
Fica sabendo que gosto do Pedro Mexia... Como poeta e como crítico.
Ainda bem que regressaste ao Mise en Abyme!

Rodrigo disse...

Tu és secretária. Tal e qual aquelas que se casam com os patrões velhos e ricos. Daquelas que pouco tempo depois os matam e ficam com o dinheiro.
Sim, porque tu não és boa pessoa. Não podes ser boa pessoa. Dizes-te minha amiga, logo não podes ser boa pessoa. Mas és. Curiosamente, és boa pessoa. A culpa não é certamente minha, já que eu não sou boa pessoa.
Mas tu és. És boa pessoa e, ao que parece, gostas de ser boa pessoa. De viver como boa pessoa, de praticar o bem. O bem e não o mal.
Não que eu pratique o mal - longe disso, até - mas só não pratico o bem. Não o faço propositadamente, é só algo que acontece. Acontece como poderia acontecer qualquer outro acontecimento. Sim, gosto de repetir tudo o que ande à volta de "acontecimento". Ou talvez não goste e tenha uma séria deficiência linguística, especialmente lexical.
Sim, porque eu sempre aprendi que quem não sabe ensina. Ou seja, acho que, como não sei, vou ver se ensino.
Deves andar com um sorriso todos os dias. Deves ignorar aqueles senhores simpáticos que não tomam banho e te oferecem a vacina da BCG gratuitamente. Talvez, talvez.
Não aceites dinheiro para ires para motéis estranhos com camionistas. A não ser que seja muito dinheiro, claro. Mas não existem camionistas com muito dinheiro, pois se tivessem dinheiro não seriam camionistas, seriam políticos.
O dinheiro é um fim. E é um fim que justifica os meios. Qualquer meio torna-se correcto, todas as regras éticas e morais podem ser contornadas se o objectivo for dinheiro. Dinheiro. Dinheiro é o que faz o mundo andar.
Andar para a frente, andar com dinheiro. Apreciar dinheiro e gostar de dinheiro. Não que eu goste muito de dinheiro, só acho que é um fim. Um fim que justifica os meios.
E este parágrafo, curiosamente, também é um fim. Um fim que acaba esta divagação idiota. Um fim que parece não ter fim. Mas tem. Fim.

Rodrigo disse...

Dizia eu que não és editora. Mas és. És editora. Bem melhor que os cabeças-de-metal. Foste a verdadeira revelação deste evento que está na sua recta final.
Falta muito, muito pouco tempo para acabar. Tens recordações disto? Estou a brincar, eu não sou lamechas nem parvo e não me meto nestas brincadeiras.
Não me censures, por favor. A sério. Vamos lá acabar isto.
Mafalda, a grande.
Esta é uma homenagem à trintona mais vintona que eu não conheço. Não que seja velha, até pelo contrário, eu é que gosto de brincar.
Sim, quase tudo isto é a brincar, os aspectos negativos são a brincar. Passo a vida a brincar. A brincar com a vida. Talvez a vida não seja grande brincadeira, mas e se for? Qual é o problema?
Desde os Monty Python que espalham as cinzas do Graham Chapman e partem-se a rir até ao pai de Gershwin que, antes de morrer, disse uma piada à sua mulher, tudo é bom para brincar com a vida. O que ele fez, e pelo que me lembro não era um homem muito alto, foi pedir à mulher que quando se voltasse a casar casasse com um homem alto.
E descansa, não estou a tirar crédito nenhum ao teu blog, que é muito bom sendo sério. Só acho que todos devemos dizer idiotices de vez em quando. Ou sempre, no meu caso. Abuso, claro que abuso, e claro que não tenho piada.
Mas é assim que eu sou...posso não ser grande coisa, mas sou.

Mafalda Azevedo disse...

És assim e és uma grande coisa sendo assim. Esta é que é a verdade!
Ao contrário de ti, sou um tanto ou quanto sentimental e, como tal, vou sentir falta deste evento. Seja como for, haverá sempre mais textos para escrever. O Fazedores espera por nós. Certo?
E quanto às brincadeiras com a vida... Haverá coisa melhor? Acabei de ver o Collateral... Bela porcaria, hum?

pedro disse...

é confusão minha ou isto deixou de ser um espaço agradável onde se fala de cinema para passar a ser um espaço para conversas pessoais(íntimas?)onde se resolvem(ou não...)problemas que não nos interessam? A propósito dos "Morangos Silvestres"(???)o Rodrigo escreveu uns textos infindáveis donde se conseguem tirar duas frases inteligentes:"esta divagaçâo idiota"e"abuso,claro que abuso,e claro que não tenho piada". Das duas uma,ou o Rodrigo telefona à Mafalda e encontram-se para conversarem,ou marca consulta num daqueles médicos(para quem acredita neles...)e resolve os seus problemas.Vamos tentar não estragar um espaço que é tão agradável...

Rodrigo disse...

Sugeres então que eu gaste dinheiro para telefonar à Mafalda quando ela está mesmo aqui ao meu lado?

Mafalda Azevedo disse...

Caro Pedro,

Independentemente de considerar que o Pedro tem razão (eu própria defendi e defendo que as opiniões dos visitantes se devem cingir aos textos apresentados e ao cinema em geral), devo assumir que fiquei um tanto ou quanto desgostosa com o seu comentário...
Então é necessário que o Rodrigo escreva as coisas que escreveu para o levar a redigir considerações positivas sobre o Mise en Abyme? Será preciso que haja comentários a fugir à normalidade para que os visitantes se atrevam a descrever este blog como “um espaço que é tão agradável” ?

Para terminar, gostaria de usar as palavras de um outro visitante, chamado Mário Andrade, que deixou algumas perguntas pertinentes num post que publiquei em Fevereiro.

"Como chegar a um maior número de comentadores? Pelos vistos a qualidade deste blog só por si não é suficiente!
Será que existe receio ou inibição de fazer comentários?
Será que só a falta de qualidade é que causa polémica?"

Cordialmente, Mafalda Azevedo.

pedro disse...

querida Mafalda,estás a confundir as coisas.Muito antes de ler os textos do Rodrigo a propósito dos Morangos Silvestres(???)tinha falado do vosso Mise en Abyme a muitos amigos meus,não foram esses comentários desprepositados que me fizeram descrever o vosso blog como um espaço muito agradável.Tens que concordar que nada do que ele escreveu faz sentido neste espaço,que eu frequento desde que existe,e que gostava de continuar a frequentar com o mesmo prazer de sempre.E,já que o Rodrigo está ao teu lado,guardem essas conversas para vocês... No heart feelings.

Mafalda Azevedo disse...

Ora bem! Então temos assunto encerrado! Concentremo-nos nos novos textos do Mise en Abyme e prossigamos com as discussões cinéfilas.
Até breve!