18 março 2005

Confissão seguida de sugestão



Em primeiro lugar, tenho de confessar que só pertenço ao grupo de admiradores de Bill Murray há cerca de dois anos. Admito que, antes de ver Lost in Translation, as suas interpretações não tinham grande impacto em mim.
Contudo, depois de conhecer o Bob Harris, deu-se uma espécie de clique e aventurei-me numa redescoberta da obra de Bill Murray. Filme a filme, fui consolidando a certeza de que estava na presença de um actor colossal. A propósito, recomendo vivamente o Phil Connors de Groundhog Day, o Bunny Breckinridge de Ed Wood e o Raleigh St. Clair de The Royal Tenenbaums.
Confissões à parte, está na altura de nos focarmos em The Life Aquatic With Steve Zissou. Acabadinho de estrear, não quis perder a oportunidade de o sugerir para que, dentro de pouco tempo, possamos juntar-nos aqui a discutir opiniões. Espero que haja muita gente impaciente por ver Bill Murray, numa versão cómica de Jacques Cousteau, a contracenar com a versatilidade de Cate Blanchett.
Até breve!

3 comentários:

gonn1000 disse...

Também pretendo ver o filme em breve, embora não admire especialmente quer Bill Murray quer Wes Anderson...

David Santos disse...

sempre gostei do bill murray..mesmo nakelas comedias tresloucadas.
Vem do saturday night live e pronto sp gostei dos "tiques" dele mm qdo ele exagera lolol...mas compreendo pk as pessoas não gostam
:)

Rodrigo disse...

Wes Anderson é um génio. Bill Murray é um génio. Falta a Life Aquatic um maior desenvolvimento daquela melancolia desoladora que só Wes Anderson sabe fazer. Também ter o "Ceremony" dos New Order só no trailer e não no filme não ajuda. Devia haver imagens do filme a acompanhar o tema, aquela guitarra solitária e melancólica, aquela batida, quando o primeiro riff entra, a melodia de guitarra antes da voz entrar e quando a voz entra, aquele baixo tão New Order, tudo. Seu Jorge a cantar David Bowie é delicioso.