17 março 2006

Por curiosidade...

Como qualifica o cinema português?
Cada vez melhor
Com elencos desadequados
Depressivo
Destituído de qualidade
Divertido
Francamente bom
Indiferente
Monótono
O Pátio das Cantigas é que era!
Original
Tecnicamente problemático
Um risco de tempo e de dinheiro
Uma cópia caricata do cinema estrangeiro
Único
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9 comentários:

Ricardo Martins disse...

Dá para votar com mais do que uma cruz?

É que eu votei "Monótono" e também gostaria de votar "Depressivo", "Destituído de qualidade", "Tecnicamente problemático" e "Um risco de tempo e de dinheiro".

Mafalda Azevedo disse...

Ricardo...
Dá para votar com quantas cruzes quiseres! E podes votar todos os dias!
:)

Hugo Alves disse...

Ricardo,

Acordaste com mau humor matinal?? lol :)

Cumprimentos!

Ricardo Martins disse...

Alves grande,

Acordei com realista humor matinal.

Cheers!

Daniel Pereira disse...

Não houve opção que me tenha feito logo pensar "é isto". Numa segunda leitura optei por "um risco de tempo e de dinheiro".

E um reparo: não é completamente "fora" o filme do Oliveira só ter estreado nas Twin Towers e em duas salas da Lusomundo?!?!

Francisco Nogueira disse...

Não sei se concordo com alguma das cruzes.
Existem, sem dúvida, referências no cinema português, tanto no passado como no presente, cinema interessante e com qualidade. Existem também, e diga-se, a larga maioria, coisas muito fracas, sem interesse e, muitas vezes, lamentáveis.
Portanto, penso que definir genericamente o cinema português não é possível.

Mafalda Azevedo disse...

Bom... Eu também não concordo com a maior parte das cruzes. Só fiz este questionário para tentar perceber qual a opinião dos leitores do Mise en Abyme sobre o nosso cinema.

Pedro Figueiredo disse...

concordo com o primeiro post do ricardo martins, com a diferença que o meu primeiro voto foi para "um risco de tempo e de dinheiro".

Francisco Valente disse...

Mas será que estamos a falar do mesmo cinema?

Estamos a falar de realizadores como Manoel de Oliveira, que fez obras-primas do cinema mundial, João César Monteiro, um dos cineastas mais originais que existiu na Europa recentemente, ou pessoas como Fernando Lopes, Mário Barreiros, Pedro Costa, João Mário Grilo, e para quem costuma ir ver filmes de realizadores portugueses mais recentes, como Noite Escura do João Canijo, Alice de Marco Martins, A Costa dos Murmúrios de Margarida Cardoso, ou A Cara que Mereces de Miguel Gomes e mesmo Odete de João Pedro Rodrigues, creio que o cinema português não só teve grandes autores e comediantes ("chapéus há muitos, seu palerma"), como está num dos momentos mais promissores dos últimos anos, independentemente dos gostos de cada um (até temos um Leonel Vieira). Os filmes fracos e desinteressantes pertencem a qualquer cinema de qualquer país, o que acontece é que, infelizmente, só saem uma dezena de filmes portugueses por ano - naturalmente, nem todos os filmes feitos em 12 meses podem ser bons. Se calhar se se fizessem mais, a história seria outra.
Por isso, se acho que falta alguma cruzinha, é "pena não haver mais", em todos os sentidos.