17 fevereiro 2006

O outro lado da crítica



Fartos da crítica de homenagem que se faz no Mise en Abyme?
Apresento-vos Pauline Kael (1919-2001).
Conheçam-na aqui e depois aqui.
Aguardo comentários!

4 comentários:

Ricardo Martins disse...

Pauline Kael é o amor da minha vida. A seguir a Bette Davis, claro.

Ela era uma vaca de todo o tamanho, dizia mal de Hitchcock, Ray, Bergman, Chaplin e outros mestres, mas não sei porquê, é a única crítica que me dá prazer ler e reler de vez em quando.

Mafalda - este post devia ser enviado aos críticos de cinema portugueses

Para eles aprenderem com a Mestra!

Hugo Alves disse...

...eu gostava de ser assim, confesso. É como se diz por Espanha: "Caminante, hazte al camino caminando..." ;)

E sim, muitos dos críticos lusos deviam conhecer Pauline Kael

Daniel Pereira disse...

Sai lugar comum: a mulher estava à frente do seu tempo naqueles loucos anos 70.

Tiago Ribeiro disse...

Destoando da admiração geral, tenho a dizer que Kael sempre me irritou: não esqueço o ódio dela por Eastwood( se fosse viva, continuaria a destruir obras-primas como Million Dollar Baby),o desprezo dado aos filmes não-americanos no final da sua carreira, o modo soporífero como enviou Esplendor na Relva para o caixote do lixo, etc, etc. Estava cheia de azedume, a mulher.