31 março 2010

Canção de Amor e Saúde

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E viva a inércia. E o burlesco. E o devaneio.

23 março 2010

... só para dizer ...

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Christina Hendricks, you are the one.

08 março 2010

Óscares 2010 VIII

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Estado de Guerra: a melhor notícia da noite.
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THE END

Óscares 2010 VII

Grande surpresa na categoria Melhor Filme Estrangeiro.

Óscares 2010 VI

Brilhante montagem de clássicos de terror. Um dos momentos da noite.

Óscares 2010 V

O laço do Robert Downey Jr. é bestial.

Óscares 2010 IV

UP... Que felicidade.

Óscares 2010 III

Christoph Waltz... E a noite começa bem.

Óscares 2010 II

Até agora, o melhor vestido da noite pertence a Meryl Streep.

Óscares 2010

Aqui vamos nós!

28 fevereiro 2010

You only live once - dos 19 aos 25 anos


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Lá fora, não há maneira de a chuva parar e o vento frio é uma constante. Apetece fazer como o Malik El Djebena, no filme Um Profeta, de Jacques Audiard: puxar o fecho éclair do casaco até acima e estender a mão para sentir a neve. Depois disto, e à medida que atravessamos o pátio da nossa vida, olhamos bem para todos os lados – esquerda, direita, trás e frente – e certificamo-nos de que podemos avançar, um pé depois do outro, mãos nas algibeiras.
Malik El Djebena tem 19 anos. É árabe, frágil, indefeso e analfabeto. Quando chega à prisão, vê-se obrigado a escolher entre a própria vida e a vida de Reyeb, um outro prisioneiro. No momento final, quando sai em liberdade, Malik é, espanto dos espantos, o chefe respeitado de uma nova organização criminosa.
Entre a primeira e a última cena, há um interregno de seis anos. O tempo suficiente para sermos espectadores de duas perspectivas perpendiculares e imensamente interessantes: a transformação progressiva de um pequeno delinquente em homem respeitado no seio do mundo criminal e a metamorfose de um jovem inexperiente num pai de família, poliglota, visionário e profundamente sensível à espiritualidade de adormecer agarrado a um bebé, de enfiar os pés na areia e de andar de avião.
E tudo isto acontece dentro de uma prisão - celas, pátios e salas de visita – comandada por César Luciani, o líder de um poderoso gang corso. Há canais de comunicação de que nunca desconfiaríamos: cordas presas entre janelas, telemóveis debaixo de colchões e guardas subornados.
No fim, há três pessoas - homem, mulher e criança - que caminham lado a lado e são escoltados por três carrões. A pergunta que se impõe parece simples: Could that someone, perhaps, perchance, be Mack the Knife? A resposta é vossa.
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20 fevereiro 2010

18 fevereiro 2010

Parabéns!

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... e que sejas muito feliz na aventura que escolheste ...

17 fevereiro 2010

Troco tudo por um beijo


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Se calhar estou a ficar senil. É do frio, talvez da idade. Acabo de sair de A Bela e o Paparazzo e não o odiei. Pelo contrário, achei-o profundamente doce. Não, calma. Continuo a considerar que a Soraia Chaves não é grande coisa. E, sim, o António-Pedro Vasconcelos mexe com o meu sistema nervoso. Mas... Há ali qualquer coisa. Um passo de dança, uma casa acolhedora, um plano acanhado, a minha cidade, a calçada portuguesa. Há ali qualquer coisa que me comoveu. Intimamente. E sabe tão bem.
Até amanhã.

16 fevereiro 2010

Mad Men - o problema está no vício

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Nesta sala onde estou, rapidamente encontro o sossego e a esperança. Têm sido dias complicados, a tentar, e muitas vezes a falhar, a construção de algo em que acredite. E nisto somos todos muito parecidos com o Donald Draper. Especialmente se esquecermos o "pequeno" pormenor de ele ser um escroque. Mad Men conseguiu o improvável: não há nenhuma personagem que desperte a minha simpatia e, ainda assim, não consigo pensar em mais nada. Até o Tony Soprano era mais humano e menos perverso. Incrível, não?