24 março 2009

Vencedores do sorteio

Tchan, tchan, tchan, tchan, tchan...
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Barry Lyndon - Ladies Love
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Os Nomes - Frambú
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Parabéns! Agora, toca a enviar um e-mail com as respectivas moradas!

20 março 2009

Giveaway!

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Roubando a ideia a uma amiga e aproveitando o facto de estar em mudanças, resolvi oferecer aquilo que tenho a dobrar.
Assim sendo, ponho à vossa disposição um dvd do filme Barry Lyndon e um exemplar do livro Os Nomes, de Don DeLillo.
Para entrarem no sorteio, basta que comentem este post ou que me mandem um e-mail para mafalda_azevedo@hotmail.com. Os portes de envio são por conta do Mise en Abyme.
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Cá vos espero até terça-feira!
Boa sorte!

13 março 2009

Fase I - livros

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São livros velhos, capas descoladas e dedicatórias dirigidas ao meu avô; são livros recentes com autógrafos de autores que conheci pessoalmente. São os dicionários e as gramáticas, empoeirados desde que a Faculdade terminou. São as enciclopédias e os livros de curiosidades do Reader's Digest que a minha mãe tinha a mania de encomendar. São os livros de cinema, da Taschen, da Cinemateca Portuguesa e de outras editoras. São os livros oferecidos por amigos e familiares, uns com dedicatórias infantis e outros com dizeres mais adultos. São os romances e os poemas, sublinhados e anotados, de que gostei tanto. São partes da minha vida e agora estão a ser encaixotados em direcção a uma casa nova.
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P.S. Parabéns à minha querida Nabur.

09 março 2009

Dançar isto até cair para o lado

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The Wrestler - momento II

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The Wrestler - momento I

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Cassidy / Marisa Tomei:
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You should see it; they all wail on him and he just takes it.
(a propósito de The Passion of the Christ)

03 março 2009

Back at the game

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Após quase um ano em Londres, e depois de realizar um sonho antigo, estamos de volta à pátria lusa. O Mise en Abyme já tinha saudades da Cinemateca Portuguesa, do Catacumbas Jazz Bar e do Restaurante Zucchero. E eu, para ser sincera, já estava com saudades do nosso sol, do nosso mar e de conhecer sítios tão surpreendentes como O Pai Tirano na Bica e a Oficina Didáctica no Rato.
Claro que Londres será sempre especial. Aliás, conto lá voltar em breve. Parece incrível, mas não cheguei a andar no London Eye e nem fui ver uma peça ao Almeida Theatre. Enfim. Um dia de cada vez. Melhor ainda: um filme por cada dia.

23 fevereiro 2009

Óscares XI

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The end

Óscares X

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SEAN PENN - o papel de uma vida!

=)

Óscares IX

O Liam Neeson e o Ralph Fiennes são sósias.

Japão rules!

Danny Boyle... Nem acredito... Com Fincher, Daldry, Van Sant... Que vergonha!

KATE WINSLET!!

Óscares VIII

Milk perde o Óscar de melhor montagem...

Jerry Lewis entra. Respect.

Óscares VII

Best Achievement in Visual Effects:
The Curious Case of Benjamin Button (OH YEAH!)

Best Achievement in Sound Editing:
The Dark Knight =)

Óscares VI

O gorro do Philip Seymour Hoffman...

Christopher Walken... Grande!

Heath Ledger GANHA! (Claro...)

Óscares V

Ben Stiller e Natalie Portman - perfeitos! Que vestido!

Segundo prémio para Slumdog Millionaire...

Óscares IV

Hugh Jackman é péssimo. Todos os convidados têm mais graça do que ele.

Wall-E GANHOU!

Óscares III

O primeiro prémio para Slumdog Millionaire... Medo...

Óscares II

Penélope Cruz ganha... Wall-E perde... Mas ganha Milk!

Óscares I

Freida Pinto e um azul perfeito.
Angelina Jolie e os brincos verdes.

21 fevereiro 2009

Afectos

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Não sei se é por gostarmos tanto de Kate Winslet que gostámos de The Reader. Mas não. Se a premissa estivesse correcta, também teríamos gostado muito de Revolutionary Road e tal não aconteceu. The Reader é diferente, é definitivamente especial.
Não queremos contar a história, queremos apenas recordar algumas cenas. Como aquela em que a velha decide morrer e ouvimos os pés dela em cima das capas plastificadas. Ou aquela outra em que há uma gaveta em casa do advogado, onde se guardam as cartas, escritas em papel ordinário e por um punho desajeitado. São estes pormenores que fazem a diferença. São estes pormenores que nos relembram o quanto gostamos do trabalho de Stephen Daldry. Como na cena em que os amantes se riem com uma rábula de Tintin. Meu Deus. Se o filme fosse uma verdadeira porcaria, essa cena já teria valido o preço do bilhete. Porque não estamos a falar da Odisseia de Homero, nem mesmo dos contos de Tchekhov. Estamos a falar do Capitão Haddock e de uma completa fuga ao cliché.
E o que dizer sobre a presença de Bruno Ganz e da nossa Alexandra Maria Lara? Parece incrível que estejam ali quase de fugida; uma marca inesquecível num filme maior. E há mais. Porque há sempre mais. Há uma completa amoralidade em quase tudo. Especialmente no estudante que constata a desumanidade da mulher que ama e que, anos depois, mesmo não a vendo, mesmo não a ouvindo, passará as noites em branco, a gravar literatura. Para que aquela mulher tenha momentos felizes na cela que merece. Que maravilha. Obrigada.