21 maio 2008
18 maio 2008
Cidade nova, escritora nova

Elizabeth Taylor
17 maio 2008
Homenagem à beleza etérea – IX



15 maio 2008
Guardanapos – a saga continua
A boa notícia é que encontrei guardanapos num Waitrose. Quer dizer, não eram propriamente guardanapos vulgares. Assemelhavam-se mais a guardanapos festivos, com flores e riscas estampadas, e custavam os olhos da cara. Assim, a minha busca continuará.
Resultados até agora:
Tesco – 0
Marks & Spencer – 0
Sainsbury’s – 0
Waitrose – 1
13 maio 2008
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Cine Texas (Galinheiras)
12 maio 2008
06 maio 2008
Vida(s)
As crianças, por sua vez, passeiam de trela. Literalmente. Os pais controlam-nas através de uma trela presa na barriga e dão-lhes pouquíssimo espaço de manobra. Já os homens ganham aos pontos. Regra geral, conservam aquele ar de Sir e têm qualquer coisa de aristocrático nos gestos.
Após três semanas longe de Portugal, e apesar de saber que os lisboetas andam felizes da vida a chapinhar no Guincho e na Costa, devo dizer que a cadeia HMV tem realizado muitos dos meus sonhos. Parece mentira que se possam comprar três dvd’s por cinco libras, não parece? Mas não é. E três dvd’s que são American History X, Analyze This e, a grande revelação desta semana, The Wind That Shakes the Barley, vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2006. Good Lord!
P.S. A única coisa que, até agora, me aborrece é não encontrar guardanapos em lado nenhum. Já fui a três supermercados diferentes – Tesco, Marks & Spencer, Waitrose – e nada! Pior do que não encontrar guardanapos à venda, é ter de aturar os funcionários, sempre simpáticos e disponíveis, a impingirem Kleenex's como se fossem guardanapos… Please…
03 maio 2008
02 maio 2008
A filha deles

Linn Ullmann (1966, Oslo) é uma das jornalistas mais conceituadas da Noruega e uma escritora de sucesso. Filha de Liv Ullmann e de Ingmar Bergman.

28 abril 2008
Crónica de uma desempregada


24 abril 2008
23 abril 2008
Parapeitos - vida a dois

20 abril 2008
16 abril 2008
Adeus Lisboa
Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava
a bica, ao melhor dos seus ouvintes
As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Um gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar
Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal
Comprámos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã
Mudámos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixámos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia
É sempre a mesma pose o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado lá continua a cravar
Beijinhos às meninas que passeiam.
Loucos de Lisboa
Ala Dos Namorados
João Gil / João Monge
13 abril 2008
Pela noite fora
Numa das últimas noites, aconteceu-me estar a trabalhar numa tarefa quase mecânica que me permitia ter a televisão ligada, como mera companhia. Durante as primeiras horas de trabalho, estive acompanhada pelo meu mais recente guilty pleasure, uma série sem grande qualidade, mas que me entretém quando preciso de ser entretida. Ainda por cima, no meio de um elenco sofrível, surgem dois grandes protagonistas: o James Woods e a Danielle Panabaker.
Passados três episódios ininterruptos e o fecho da emissão, fui obrigada a mudar de canal e a enfrentar dois horrores inenarráveis: a Mia Farrow num suposto filme intitulado Coming Soon, com um cabelo cor-de-laranja indescritível, muito mais assustador do que o da Julianne Moore no The Big Lebowski; e a Michelle Pfeiffer a contracenar com o Jeff Goldblum, que sempre me pareceu irmão gémeo do Shyamalan, num filme de John Landis, com quem é impossível não simpatizar, mas que assinou esta estucha pseudo romântica e policial, de seu nome Into the Night.
Dois filmes vistos e muito trabalho adiantado, caí no erro de achar que eram horas de dormir. Mas foi exactamente quando desliguei o computador e a televisão que me pus a pensar nela, na Alexandra Maria Lara. Porquê não sei, mas foi graças a ela que desfrutei de uma longa insónia. Revi mentalmente as suas prestações no Der Untergang, no Control e no Youth Without Youth e reflecti no quanto sofrerei se ela permitir que a transformem numa star americanizada. Será realmente penoso se a Alexandra Maria Lara seguir um percurso semelhante ao da Scarlett Johansson, que bem podia abrandar o ritmo antes que esgote as potencialidades da sua imagem e do seu talento aos vinte e poucos anos.
E bom. Tenho dito. Talvez já sejam horas de adormecer.
11 abril 2008
Então e Londres?
You Belong in Amsterdam |
![]()
|






























